Neste momento gosto mais do espaço do que do tempo. É mais desafogado. Custa menos a passar. E o tempo, sendo a única coisa que se pode levar para todos os lados, é também a única coisa que não se pode deixar de levar para lado nenhum.

ANTÓNIO POCINHO – 18 de Outubro de 1958 / 11 de Agosto de 2010

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